Furi

Antes de tudo vamos começar com a informação mais importante, neste exato momento, Furi, esta gratuito na PSN para todos os assinantes Plus, adicione o game na sua lista e não perca a oportunidade.

O que o último portão esconde? Essa é a pergunta primordial na história de Furi. Iniciamos o game com nosso personagem preso, tal prisão aparentemente esta em uma superfície suspensa acima do planeta, com a ajuda de um ser misterioso recuperamos a consciência e a liberdade, a partir desse momento cabe a você ultrapassar os desafios de todos os portões para descobrir o que esta sendo protegido por tantos chefes.

  • We make games like we make foodcuisto-2

Furi é um game produzido pela The Game Bakers, um estúdio independente de origem francesa, localizado mais precisamente na charmosa cidade Montpellier. O estúdio conta com mais quatro games em seu portfólio, sendo três deles da série Squids lançados para tablets e plataformas Nintendo. The Game Bakers também lançou o jogo Combo Crew, um game para tablets e celulares no melhor estilo beat ‘em up, curiosamente o game teve participações de personagens da série Street Fighter e Viewtiful Joe, vale o clique aliás!

  • Um competente agregador de referências

Como visto acima, Furi foi a primeira investida do estúdio na geração atual e por sua vez optando por um caminho mais sério. O game possui influências dos mais diferentes gêneros, seja no seu gamplay, na arte implementada ou em sua origem. É difícil não olhar para os tais portões e não lembrar das casas do zodíaco, é impossível não olhar para o gameplay e sentir o gosto de jogos como No More Heroes e Outland, talvez a referência mais implícita seja o seu visual, é só olhar para o protagonista e pronto, Afro Samurai surge em sua mente. Esse ultimo ponto aliás é o que mais faz sentido, Takashi Okazaki é o criador do anime, aqui teve como papel a construção dos guardiões presentes no game.

Além do estilo oriental, inspirações em jogos aclamados e gêneros consolidados, posso dizer que esse é um bom resgate ao estilo “Old-School”. Furi conta com um sistema de batalha diferente, usando o analógico direito, as barras e botões temos um combate que varia entre tiros, combates corpo a corpo e quick time event. Em minha opinião o jogo brilha ao apresentar uma câmera bem posicionada e chefes que a cada “vida” perdida mudam seu estilo de combate. Nos últimos momentos você precisa dominar as ações de ataque e defesa para que o avanço na história seja garantido, é um estilo antigo, mas que faz falta.

  • O veredito, “até o momento…”

Ainda resta um caminho considerável de sua campanha para que eu termine de fato e conheça o segredo por trás dos portões, no entanto Furi passou uma boa impressão até o momento. No fundo a unica coisa que vem me incomodando é o fato desses inimigos serem mais robóticos do que humanos. Queria ver mais sangue na tela, escutar gritos reais de fúria ou dor. Por mais que neste momento Furi seja um jogo gratuito, ele tem seu valor, pelo que joguei posso dizer que compraria o game e não ficaria arrependido depois, sua arte visual é legal, possui um certo mistério, o posicionamento das câmeras são competentes e por fim uma opção muito relevante e pessoal, áudio em Japonês.

Segue abaixo o primeiro vídeo que capturei no PS4, colocarei novos vídeos no ar em breve, caso queira vê-los em sua time-line basta se inscrever no canal do Clictec.

 

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